Documentário será lançado no Brasil no dia 15 de novembro
A Europa Filmes e a Estação Luz Filmes lançaram em São Paulo, no dia 5
de novembro, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, uma
produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle.
Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, o diretor David Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme, de 75 minutos, entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.
O filme foi produzido por cristãos nos EUA, mas quem adquiriu os direitos de distribuição no Brasil foi a Estação Luz Filmes, entidade espírita que tem como diretor Luís Eduardo Girão e que também se opõe à legalização do aborto. O filme “Blood Money – Aborto Legalizado” pretende atrair o público brasileiro dissecando o tema revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos: os Estados Unidos.
O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, a evangélica Alveda C. King, sobrinha do pastor batista Martin Luther King. É Alveda que apresenta o documentário. Ela é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA via o incentivo do aborto – o maior número de abortos nos EUA é realizado nas comunidades negras.
Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”, diz Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes.
Fonte: Assessoria de Imprensa e Redação CPADNews
Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, o diretor David Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme, de 75 minutos, entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.
O filme foi produzido por cristãos nos EUA, mas quem adquiriu os direitos de distribuição no Brasil foi a Estação Luz Filmes, entidade espírita que tem como diretor Luís Eduardo Girão e que também se opõe à legalização do aborto. O filme “Blood Money – Aborto Legalizado” pretende atrair o público brasileiro dissecando o tema revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos: os Estados Unidos.
O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, a evangélica Alveda C. King, sobrinha do pastor batista Martin Luther King. É Alveda que apresenta o documentário. Ela é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA via o incentivo do aborto – o maior número de abortos nos EUA é realizado nas comunidades negras.
Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”, diz Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes.
Fonte: Assessoria de Imprensa e Redação CPADNews
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